Aquasinestesia Infantil - Música de Desinventar
“Aquasinestesia - Música de Desinventar” é um espetáculo para público infantil que integra as linguagens de música, teatro, contação de histórias executado pela “Orquestra de Objetos Desinventados”.
AQUASINESTESIA - MÚSICA DE DESINVENTAR
@orquestradeobjetos
“Aquasinestesia - Música de Desinventar” é um espetáculo para o público infantil que integra as linguagens de música, teatro e contação de histórias executado pela “Orquestra de Objetos Desinventados”.
Utilizando como instrumentos musicais objetos de uso cotidiano como conduítes, vasos de cerâmica, galões de água, tubos de PVC e com especial destaque aos aquários afinados com água, essa inusitada Orquestra tem seu trabalho permeado pela descoberta, adequação e transformação de sons oriundos de materiais e elementos diversos em um repertório musical eclético que trafega entre o popular e o erudito, com peças autorais de cunho contemporâneo.
Guiados pelas peças musicais, repletas de sons exóticos extraídos dos objetos e com canções cujos temas percorrem jornadas que vão do fantástico ao absurdo como, por exemplo, “morar em um sapato” ou “sonhar que estava sonhando que estava acordado”, os integrantes da Orquestra assumem o papel de agentes provocadores que através de estímulos sensoriais propõem ao longo do espetáculo construções de relações e conexões entre músicos/plateia.
O espetáculo
O espetáculo “Aquasinestesia - Música de Desinventar” nasce do desejo de criar uma experiência musical e cênica profundamente conectada ao universo infantil, explorando o desconstruir, a imaginação, a experiência sinestésica que a música produz e o sonho como dispositivos poéticos e narrativos.
É um espetáculo que reune três linguagens - música, teatro e contação de histórias.
A “Maestrina Bertha” é uma criança singular que, por meio de sua imaginação fértil, cria cinco personagens que irão construir um espetáculo repleto de paisagens oníricas tendo como fios condutores a “desinvenção”, adaptação e transformação de sons oriundos de objetos de uso cotidiano em suportes para o “fazer música”.
Durante sua jornada, conduzidos pela direção da Maestrina, esses personagens percorrem caminhos como a criação, imaginação, empatia, finitude, sonho, nostalgia, diversão e liberdade, mesclando momentos que trafegam por diferentes estados de emoção.
A encenação foi pensada como uma imersão sensorial e afetiva, que convida o público a experimentar o teatro como espaço de desconstrução do conhecido, do recondicionamento perceptivo e o convite ao criar, onde tudo pode ser reinventado a partir de um olhar lúdico.
As nove canções que compõem o espetáculo trafegam pelos seguintes temas:
1 - Pegapega de Palavras
A palavra como fio condutor, extrapolando seus limites de sentido. Revelando e ressignificando até ganharem novas vestimentas.
2 - Alados Mirabolantes
O imaginar, o fingir ser, tão presentes na infância, aqui postos com o propósito de voar, se desprender.
3 – Sapatoquicabincasa
A transformação do pouco em muito, a brincadeira a dois, a mentira que se transforma em verdade e a provocação dos sentidos.
4 - Historieta de Julieta
Os ciclos de vida e seus diversos caminhos, a coragem, a aventura, o se deparar com problemas e soluções, a finitude.
5 - Música de Sonhar
O fantástico onírico, o universo do impossível, as fases de um sonho.
6 - Música de Rodopiar
A nostalgia de brincadeiras seculares, a saudade, as formas geométricas no humano, a comunhão, o dar as mãos.
7 - Buneco di Niuan
Música instrumental, uma narrativa sem palavras, a dança espontânea, a coreografia, o improviso, a objetificação e significação dos adereços.
8 – Pumzis
O grotesco e o divertido como parte da vida. Nossa fragilidade exposta, a brincadeira fraternal.
9 - Final Feliz
Celebração, o começo depois do fim, a esperança.
O espetáculo tem cerca de 50 minutos e a faixa etária recomendada é entre três e dez anos de idade, onde por suas características e propostas, o espetáculo é melhor absorvido.
FICHA TÉCNICA
BERTHA MIRANDA – atriz
PEDRO GURGEL – ator
NICOLY TELLES – cantatriz
ZAVA FÊRRISCÉLLI – cantatriz
RODRIGO MENDES - objetos sonoros e percussão
PAX BITTAR - violão, cerâmofone, tubos, aquaviolas e kalimbas
CLAUDIO ERLAM – contrabaixo
DESENHO DE SOM - Joana Flor
DESENHO DE LUZ – OOD
PRODUÇÃO - Luci Traça
DIREÇÃO GERAL - Pax Bittar